Falta de chuvas compromete a produção de feijão-verde no Ceará

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Redução do risco de doenças do coração, câncer de cólon, regulação da diabetes e impedimento do envelhecimento precoce, esses são alguns dos benefícios causados pelo feijão verde, que, por conta da seca, tem chegado cada vez menos à mesa das famílias do município de Limoeiro do Norte. As informações são da Rede Jangadeiro FM.

As chuvas abaixo da média e a escassez de água na região do Vale do Jaguaribe contribuíram para que o feijão verde praticamente sumisse da mesa do consumidor. Oliveira de Almeida, técnico da Ematerce de Limoeito do Norte, afirma que a perda de grãos no município chegou a 70%, mas não afetou a produção do feijão verde por se tratar de cultura irrigada.

Lucas Mendes, técnico do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Limoeiro, afirma que a produção do feijão verde nunca foi o forte da região e, por isso, garante ser uma boa fonte de renda, já que a quantidade de comerciantes na área é pequena e haverá pouca concorrência para muitos compradores.

O local onde geralmente se encontra o feijão verde em Limoeiro é no galpão das frutas. O vendedor Francisco Genival explica que a oferta é pouca e sempre tem dificuldade de comercializar o produto, pois se trata de um alimento perecível e deve ser vendido, no máximo, em dois dias. Caso contrário, a saída é diminuir o preço.


O feijão verde comercializado no município é produzido na comunidade do Sapé e depois distribuído no galpão e supermercados. Um pacote com 700 gramas do produto, por exemplo, é vendido por R$ 5 em média. Mas na semana santa esse preço aumenta, já que as pessoas têm tradição de consumir o produto nesse período. FONTE TRIBUNA DO CEARÁ

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