O ano era 2015, o meu
desconhecimento, evidentemente, era inusitado ante o desafio novo que teríamos
de enfrentar. O sol abrasador no Sítio Tomé Vieira, um grupo de pessoas
querendo aprender e a entender esse fenômeno social e cultural, que a mim
chamava atenção. É claro que já ouvira falar nesse passeio a cavalo - chamada
cavalgada -. Inicialmente, algo importante me atraio pela simplicidade daquele
quadro tão nordestino. Os cavaleiros e amazonas, homens e mulheres, também,
alguns jovens e crianças, meramente, uma multidão cheia de fé e amor, para mim,
nunca visto antes. Era ali, a minha primeira experiência, que vivi de
complexidade ante um cenário de rara beleza.
Como queríamos, era o
nosso escopo, fazer a primeira cavalgada em Pereiro, então, comecei a conversar
com os cavaleiros e convidá-los para se fazer presente, em agosto na semana do
município, no aniversário de 125 anos de emancipação política. Observamos tudo,
o que era preciso para construir esse sonho, sabendo das dificuldades, até
então, totalmente, além da compreensão nossa. Fomos em frente e sempre
construindo uma ideia realística da possibilidade plausível em nossa aventura?
Que as chances eram viáveis. Surge a primeira pergunta quanto custa? Para mim
era uma preocupação. Como atender bem, para conquistar a confiança de todos. A
festa continuava. Entre os aboios de Lula, particularmente, a mim, o canto
poético de um homem rústico sem nenhuma formação, pois, vim saber, depois pelo
mesmo, que não sabia ler nem escrever. Tudo me encantava e me deixava cada vez
mais entusiasmado. Estava presenciando algo da inocência criatividade que o
homem é capaz. Comprovadamente, a raiz do povo nordestino, de uma nação de
homens fortes, que dava vida em sua plasticidade açoitada pela seca inclemente,
que a tudo de feio cercava aquele baixio de habitantes de quilombola.
Foi uma experiência que
marcou a todos. Ficaram as imagens enigmáticas daquele domingo festivo. A fé
estampada daquele povo, de tamanha felícia nada comparável, não é de estranheza
os motivos, ali, era como a redenção daquela gente. Se fossemos aprofundar a
história vivida desde de seus antepassados, teríamos momentos no mister
tristeza e alegria. Todas essas coisas enraizada na minha mente fluía célere
numa concepção fora do mundo modernizado que é anunciado pela falta de
responsabilidade de nossa cultura popular. Enxerguei além, vi o caminho de uma
nova luz para minha vida. Como lente, por mais de 40 anos, a descoberta pura
para impulsionar minhas ideias, que até então, adormecidas na inércia das
cogitações puramente filosóficas. A cultura do regional para o universal
unia-se e dava sentido na estrutura da valorização do homem com a natureza.
Pasme! a descoberto tão
rica desses eventos culturais. Vi-me em um choque, o qual só tinha conhecimento
através dos livros. Posso dizer que minha vida começou a se transformar
procurando algo que deixei de vivenciar. Acreditei que poderia trazer essa
cultura para Pereiro, não estava errado, pois, o nosso primeiro evento alcançou
mais do que todo grupo esperava. Os pereirenses alhures acompanharam pelas
redes sociais na ardência saudade a nossa primeira cavalgada.NA LUZ DA POESIA -
A CAVALGADA
O ano era 2015, o meu
desconhecimento, evidentemente, era inusitado ante o desafio novo que teríamos
de enfrentar. O sol abrasador no Sítio Tomé Vieira, um grupo de pessoas
querendo aprender e a entender esse fenômeno social e cultural, que a mim
chamava atenção. É claro que já ouvira falar nesse passeio a cavalo - chamada
cavalgada -. Inicialmente, algo importante me atraio pela simplicidade daquele
quadro tão nordestino. Os cavaleiros e amazonas, homens e mulheres, também, alguns
jovens e crianças, meramente, uma multidão cheia de fé e amor, para mim, nunca
visto antes. Era ali, a minha primeira experiência, que vivi de complexidade
ante um cenário de rara beleza.
Como queríamos, era o
nosso escopo, fazer a primeira cavalgada em Pereiro, então, comecei a conversar
com os cavaleiros e convidá-los para se fazer presente, em agosto na semana do
município, no aniversário de 125 anos de emancipação política. Observamos tudo,
o que era preciso para construir esse sonho, sabendo das dificuldades, até
então, totalmente, além da compreensão nossa. Fomos em frente e sempre
construindo uma ideia realística da possibilidade plausível em nossa aventura?
Que as chances eram viáveis. Surge a primeira pergunta quanto custa? Para mim
era uma preocupação. Como atender bem, para conquistar a confiança de todos. A
festa continuava. Entre os aboios de Lula, particularmente, a mim, o canto
poético de um homem rústico sem nenhuma formação, pois, vim saber, depois pelo
mesmo, que não sabia ler nem escrever. Tudo me encantava e me deixava cada vez
mais entusiasmado. Estava presenciando algo da inocência criatividade que o
homem é capaz. Comprovadamente, a raiz do povo nordestino, de uma nação de
homens fortes, que dava vida em sua plasticidade açoitada pela seca inclemente,
que a tudo de feio cercava aquele baixio de habitantes de quilombola.
Foi uma experiência que
marcou a todos. Ficaram as imagens enigmáticas daquele domingo festivo. A fé
estampada daquele povo, de tamanha felícia nada comparável, não é de estranheza
os motivos, ali, era como a redenção daquela gente. Se fossemos aprofundar a
história vivida desde de seus antepassados, teríamos momentos no mister
tristeza e alegria. Todas essas coisas enraizada na minha mente fluía célere
numa concepção fora do mundo modernizado que é anunciado pela falta de
responsabilidade de nossa cultura popular. Enxerguei além, vi o caminho de uma
nova luz para minha vida. Como lente, por mais de 40 anos, a descoberta pura
para impulsionar minhas ideias, que até então, adormecidas na inércia das
cogitações puramente filosóficas. A cultura do regional para o universal
unia-se e dava sentido na estrutura da valorização do homem com a natureza.
Pasme! a descoberto tão
rica desses eventos culturais. Vi-me em um choque, o qual só tinha conhecimento
através dos livros. Posso dizer que minha vida começou a se transformar
procurando algo que deixei de vivenciar. Acreditei que poderia trazer essa
cultura para Pereiro, não estava errado, pois, o nosso primeiro evento alcançou
mais do que todo grupo esperava. Os pereirenses alhures acompanharam pelas
redes sociais na ardência saudade a nossa primeira cavalgada.
Antônio Rilmar Cavalcante



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